Shell Iniciativa Jovem

Prêmio Shell de Teatro elege os melhores no Rio de Janeiro

01/03/2019

A cerimônia de premiação do 31º Prêmio Shell de Teatro do Rio, realizada no último dia 12 no Belmond Copacabana Palace, homenageou Aderbal Freire-Filho pelo espírito livre, inovador e combativo em prol do teatro nacional. “Essa homenagem não é só para mim, mas para todas as atrizes e atores que já fizeram espetáculos comigo”, disse ele.

Gustavo Bursztyn, diretor Financeiro da Shell Brasil, destacou a importância da premiação: “Muito mais do que um evento, o Prêmio Shell de Teatro é uma colaboração para a cultura brasileira e para a cidade do Rio de Janeiro. Hoje, o teatro precisa de apoio e é para isso que estamos aqui”.

Na categoria Melhor Ator, Otto Jr. foi eleito pelo espetáculo “Tebas Land”, uma adaptação do texto original do uruguaio Sergio Blanco. Nena Inoue conquistou a estatueta de Melhor Atriz pela peça “Para não morrer”, inspirada no livro “Mulheres”, do também uruguaio Eduardo Galeano.

A cerimônia, apresentada pelos atores Marcos Caruso e Vilma Melo, também premiou o diretor André Lemos por “Esperança na revolta”, que estava indicada em outras duas categorias: Autoria e Música. A trama fala sobre os efeitos da guerra e aborda a reação do ser humano à violência.

O júri do Rio de Janeiro é formado por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Patrick Pessoa e Moacir Chaves. Veja abaixo a lista completa dos vencedores da 31ª edição do Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro.

 

Dramaturgia:

Henrique Fontes e Pablo Capistrano por “A invenção do Nordeste”

Direção:

André Lemos por “Esperança na revolta”

Ator:

Otto Jr. por “Tebas Land”

Atriz:

Nena Inoue por “Para não morrer”

Cenário:

Doris Rolemberg por “A última aventura é a morte”

Figurino:

Ney Madeira e Dani Vidal por “Bibi - uma vida em musical”

Iluminação:

Elisa Tandeta por “Um tartufo”

Música:

Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet por “Elza”

Inovação:

Coletivo 2ª Black por criar um espaço de encontro, pesquisa, troca de saberes e apresentações de experiências cênicas de artistas negros.

 

A premiação 

O vitorioso de cada categoria recebeu uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais).

Criado em 1988, o Prêmio Shell de Teatro é ponto de referência nos palcos brasileiros. É oferecido aos maiores destaques do ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo separadamente, em nove categorias — Dramaturgia, Direção, Ator, Atriz, Cenografia, Iluminação, Música, Figurino e Inovação.

Na terça-feira, dia 19 de março, foi realizada a edição do Prêmio em São Paulo.

Autor: Shell Brasil e Edelman